Homologação de carros Americanos, Europeus ou Japoneses. Este é um tema, que goste ou não, têm que fazer de qualquer jeito quando se importa uma viatura de fora da CEE. As viaturas de importação, da UE, podem-se passar direita mente pela ITV, para obter a folha técnica, com dois tipos de documento: o Certificado de conformidade (COC) do fabricante da viatura, normalmente vem com as viaturas novas ou uma folha técnica reduzida, que é feita por um engenheiro, que têm que estar colegiado. A folha é feita tomando uma série de dados, fundamentalmente medidas, especificações e códigos (do motor, tipo, modelo, senha de homologação, etc.) do carro, que são gerais, e outros dados que são específicos da unidade, como o número de chassis. Com um destes documentos, vai se na ITV do lar que more, e se passa a ITV, para obter a folha técnica oficial espanhola, com a qual, e com o recibo do pagamento do imposto de circulação, pode se passar por tráfico, para registrar a viatura. Então, esta é a situação para as viaturas que chegam da UE, mais, como é se chegam de fora da UE, por exemplo de USA? Pois então a coisa é um pouco mais complexa, pois têm uma normativa que é um pouco diferente, e faz que o processo se complique um pouco. Bem, antes de comentar o caso americano em particular, dizer que na hora de importar uma viatura, têm que ver a nacionalidade do carro que esta importando: têm certos países que dirigem pela esquerda, assim o volante está no lado contrário ao espanhol, assim, podendo homologar-lo, registrar-lo e legalizar-lo tal vez não seja uma boa ideia trazer lo, os casos mais claros são o carro inglês, australiano (por exemplo Holden) e o carro japonês que vem de Japonês (pode parecer uma bobagem, mais têm carros que se vendem em Japonês e USA, e em USA têm o volante no lado certo). Voltando ao caso do carro japonês, europeio ou americano de USA, a homologação têm que se fazer da seguinte forma: primeiro, e antes de trazer, é bom se informar que a viatura cumpre com as normativas americanas LEV-II (Californiana) ou Tier II-BIN 5 (federal, definida pela EPA), que são as normativas de emissão de gases que usam os americanos (aqui é a norma Euro). Uma boa página para ler sob o assunto é Greenercars.org. Que cumpram as anteriores normativas não é estritamente necessário, mais pero facilita bastante o processo (si não, têm que se fazer a adequação e homologação em países que não ponham tanta dificuldade - Alemanha, por exemplo). Por certo, um pequeno detalhe que normalmente se pergunta: os carros europeios, mesmo vendo de USA, têm que fazer a homologação individual igualmente, pois estão cumprindo com a normativa americana, mais não a europeia. Outra coisa importante é que é bom que venham com equipamento original, e que todas as modificações se façam em Espanha, pois as vezes, se complica bastante a homologação (se faz uma modificação muito radical, têm que fazer um projecto de homologação por modificações aqui, mais é melhor ter um carro como equipamento original homologado, e que pode circular, que um carro impressionante, que não tem jeito de se homologar, que não se possa registrar, ficando só para circuito e para se mover acima de um camião. Importante isto). Uma vez que sabemos se a viatura passa as normativas (melhor se é afirmativo), se traz a Espanha (não vou falar aqui deste este processo, só da homologação), têm que se adequar o carro aos standards europeios, para obter a homologação CEE (ou UE Approval, como dizem os ingleses), é uma adequação física sob o carro (é dizer, trocar o sistema de iluminação -intermitentes-, inclusão de um sistema de lava faros se o carro tivera Xénon, e não tivesse este elemento, eliminação da bola de remolque -têm que ter homologação independente...). Ao mesmo tempo, um engenheiro têm que ir preparando a folha técnica, para que seja aprovada pelo organismo competente se supera a revisão (antes eram INTA e IDIADA, agora INTA só faz carros já registrados em USA, e IDIADA novos e já registrados), e pedir data para fazer a revisão. O organismo competente faz a revisão, e se os profissionais de todo o processo são bons (parece uma bobagem, mais se não passa, tem que repetir os passos, e custam um bom dinheiro: a adequação, nova data em IDIADA, e a folha técnica - fazer pão é fácil, e ninguém faz em casa, isto é difícil, assim é melhor que aquele que faça saiba bem quê está fazendo), aprovarão a folha técnica reduzida, e com ela podemos ir a registrar o carro (junto ao imposto de circulação, sem esquecer o pagamento do imposto de circulação).
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